Moda e um pouquinho de anatomia – Parte II

Na última segunda-feira, expliquei aqui quais são os três tipos físicos básicos e como identificar qual deles é o seu. Cada um desses três tipos físicos básicos possui características únicas, capazes de determinar o como e o porquê de uma peça de roupa ou tecido cair bem ou não na sua silhueta.

Mas Nika, não seria um pouco ultrapassada essa ideia de que as pessoas devem se vestir de acordo com certas regrinhas de estilo?
De maneira alguma! Primeiramente porque você não é, obviamente, obrigada a seguir regras de estilo, mas elas existem para que seja possível criar simetria, harmonia e equilíbrio na hora de compor o seu look. Se isso é o que você busca, vale a pena ter conhecimento sobre o que funciona melhor para o seu tipo físico, ou não. Sem contar que, conforme dito na postagem anterior sobre esse mesmo tema, a maneira como nos vestimos passa uma mensagem social, queiramos estar cientes desta ou não.

É importante salientar que o espectro da silhueta do corpo humano se desenvolveu conforme a sociedade evoluiu. Portanto, os quatro tipos de corpos femininos de que irei falar aqui não são os únicos existentes e podem variar de sociedade para sociedade, e de época para época. Nas próximas segundas-feiras falarei de mais tipos físicos, sendo eles cada vez mais específicos.

Então, não seria mais fácil você falar logo de uma vez quais são os tipos físicos, de maneira mais específica, Nika? 
Sim, de fato! Eu teria bem menos trabalho! Por outro lado, eu não conseguiria demonstrar aqui a evolução dos corpos femininos, e esta é a proposta principal dessa série de artigos.

Então, sem mais delongas, vamos às características dos quatro tipos físicos femininos principais.

Ampulheta Nicki

Maça Oprah

Rihanna 1

Keira style

Note pelas imagens que a intenção de algumas celebridades é, geralmente, transformar a silhueta delas mesmas no desenho da silhueta de uma ampulheta. Isto acontece porque convencionou-se dizer, socialmente falando, que esta silhueta é mais bela e a mais harmônica de todas. A pressão social para que as mulheres se encaixem neste padrão – e em tantos outros padrões – de beleza é enorme e, na maioria das vezes, nociva. Por conta disto quero dizer que é importante, sim, conhecer o seu tipo fisico, mas não porque você precisa se enquadrar em um certo padrão de beleza. Conheça a sua silhueta para amar o seu corpo exatamente como ele é! Não há nada de errado em querer disfarçar o quadril largo ou a cintura volumosa, desde que você faça isso por você mesma, para sentir-se bem consigo mesma, e não por pura pressão social.

Na próxima segunda-feira eu volto com mais uma parte da série ‘Moda e um pouquinho de anatomia’.

Até lá!

Beijos,

Nika Castello

 

 

 

 

 

 

 

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